Os modelos de gestão não param de evoluir. Se um dia eles já foram pautados por conceitos hierárquicos, utilizando-se da repressão e autoritarismo, hoje as coisas estão diferentes. Com a chegada dos anos 2000, o “chefe” começou a ser aposentado e surgiu o chamado “líder”. O papel tem mais responsabilidade de influenciar ao invés de apenas gerenciar. Saiba mais!

Esse perfil evoluiu ao longo do tempo e novas limitações surgiram, como trabalhar com equipes de alto desempenho e identificar valor para os clientes. “O cenário atual está cada vez mais direcionado pela criatividade e inovação. As empresas precisam ser resilientes, priorizar as mudanças, identificar e entregar valor de forma rápida e contínua”, explica Dyonata Laineter, coordenador de projetos no Instituto das Cidades Inteligentes - ICI, em Curitiba (PR).

Assim, veja algumas exigências atuais para o cargo listadas pelo especialista:

Além das siglas: certificações como PMP, ITIL e COBIT perdem relevância. Faz mais sentido conhecer os processos e as melhores práticas, sabendo adaptá-los à cultura organizacional com foco nos objetivos estratégicos.

Soft skills: conhecimentos técnicos são muito importantes, mas o desenvolvimento das qualidades interpessoais é o novo desafio.

Paixão: isso inspira e entusiasma o time. Sem a característica, será mais difícil obter os resultados e motivar o grupo a dar o seu melhor.

Olho no futuro: acompanhar diariamente as alterações e tendências do mercado, além de assimilar as informações nas propostas, contribui de forma positiva para a transformação digital do negócio.

Foco no consumidor: é preciso compartilhar os dados com os compradores, associando às necessidades dos mesmos, bem como ter habilidade para identificá-las e saber o valor esperado.

Pessoas: o trabalho é desenvolvido com elas e cada uma possui diferentes sonhos, por isso, proporcionar um bom ambiente laboral é imprescindível. Supervisionar insistentemente, centralizar decisões, cobrar constantemente por frutos e monitorar a todo instante as tarefas dos funcionários são práticas elevadoras do estresse e redutoras da produtividade.

Confiança: o administrador deve delegar atividades e acreditar nos liderados, além de dar espaço para a livre exposição de ideias.

Camaradagem: o bom relacionamento só favorece o alcance das metas. O gerente pode tornar as reuniões momentos positivos, com discussões produtivas, além de incentivar com períodos de descompressão e celebração.

Lado individual: é necessário conhecer os trabalhadores e dar feedbacks frequentes para contribuir com o desenvolvimento de cada um.

Na visão de Jorge Perez, analista de educação, as tendências fazem sentido. “Afinal, um gestor humano é empático, observador e próximo de seus colaboradores. Circula na corporação para escutar e orientar quem estiver precisando”, afirma.

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