Piloto de drone, especialista de inteligência artificial, desenvolvedor mobile, analista de SEO, UX Designer, trader de de criptomoedas, influenciador digital, Youtuber e instrutor de zumba. Todas essas carreiras são exemplos de áreas desenvolvidas em paralelo às novas tecnologias e com abordagens de direcionamento mais recentes no mercado. Nenhuma delas existia há cerca de dez anos.

Se dermos um salto para o futuro, teremos mais um dado bombástico: 85% das profissões daqui uma década ainda não foram criadas, segundo relatório do Institute For The Future. Por isso, se as instituições de ensino não se adaptaram, como serão os próximos anos? Na transição do analógico ao digital, muitas transformações se deram de modo veloz e inesperado.

“Na esteira dessa rapidez, a educação vem perdendo o timing e ainda reproduz um modelo de transmissão de conhecimento quase idêntico ao vivenciado por nossos pais e avós”, explica Richard Vasconcelos, CEO da LEO Learning Brasil com sede no Rio de Janeiro. Entre as consequências dessa disritmia, já lidamos com uma crescente evasão escolar e com uma relação cada vez mais truncada entre professores e alunos.

Historicamente, nunca houve uma demanda tão urgente por inovação e essa palavra pode ter muitos significados. “A renovação pode acontecer a partir de processos não necessariamente tecnológicos, como proporcionar mais a vivência do aprendizado, em vez de se limitar à apresentação teórica”, explica. Para o especialista, também pode significar uma reviravolta completa no modelo vigente, com educadores sendo substituídos por robôs e telas até a segunda metade desse século.

Pensando nisso, o articulador relacional do Colégio Elvira Brandão, Igor Bezerra Ramos, ressalta como as habilidade socioemocionais devem ser exaltadas para uma realidade já vivenciada. “É fundamental preparar o estudante para a vida, não somente oferecendo competência técnica, mas trabalhando a autenticidade e a cidadania para ele exercer seu papel social”, conta. Para isso, o local também já aplica diversos treinamentos voltados aos doscentes, com objetivos de usar plataformas adaptativas, fazer análise de dados e propor intervenções personalizadas, por exemplo.

O desafio foi lançado. Agora, cabe a cada instituição se reinventar!

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