O primeiro trimestre do ano indica o aumento da precarização do papel da mulher no mercado. Segundo análise da Facamp (Faculdade de Campinas) sobre os microdados da Pnad Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), apesar da taxa de ociosidade entre o sexo feminino ter recuado 0,1%, uma observação aprofundada mostra o crescimento da subocupação e da informalização do serviço delas.
 
Segundo Daniela Salomão Gorayeb, professora da Facamp e doutora em economia, o índice subiu de 8,2% para 8,9%. Assim, representando quase 30% da força de trabalho ampliada das mulheres. “Isso porque, embora a taxa de desocupação tenha diminuído, a quantidade de pessoas com poucas horas exercidas e desalentadas, ou seja, sem esperança de conseguir uma colocação, se elevou”, afirma.

Ainda de acordo com o levantamento, elas representam 64,6% dos indivíduos dos quais estão procurando uma oportunidade. “Esses números denotam como há disparidades importantes na forma de inserção dos gêneros em idade ativa em suas diversas categorias”, comenta Daniela.

Além disso, elas continuam com rendimentos menores, mesmo com o mesmo nível de escolaridade do sexo masculino. A renda média para elas foi de R$2.142,20 no primeiro trimestre enquanto, para eles, foi de R$2.644,60. “A persistência dessa diferença está relacionada à maior participação das mulheres em posições mais precárias de emprego”, pontua Daniela.

Portanto, apesar do ingresso ter crescido, elas ainda ocupam poucos cargos com condições mais elevadas. No entanto, percebemos uma onda de empoderamento para reverter essa situação. Thaysa Almeida cursa engenharia de produção pela Universidade Positivo, em Curitiba. Para a jovem, desenvolver essa função de gestão é sua grande vontade e, ao ver líderes femininas, ela se motiva ainda mais. “As mulheres tem um feeling para conversar, organizar atividades e ouvir. Por isso, elas estão chegando mais fácil lá. Eu espero alcançar isso também!”, conta.

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