A presença da mulher no mercado de trabalho é pauta recorrente no debate sobre a igualdade de gênero. Segundo pesquisa publicada pela Consultoria Especializada em Diversidade, Enlight, o número de pessoas do sexo feminino em cargos de liderança no Brasil cresceu de 6,3% para 7,3%, entre 2017 e 2018, sendo o maior aumento registrado desde 2015.

A responsabilidade de gerir uma equipe ou um grande grupo é um desafio para qualquer um. Aline Alves de Campos é estudante de psicologia na FAE Centro Universitário em Curitiba, no Paraná e acredita: “para uma boa gestão, não há diferença entre os sexos. O fundamental é saber gerenciar pessoas e as motivarem para fazerem o seu melhor sempre”. A jovem revela ficar feliz quando convive com uma mulher como sua superior.

Contudo, apesar do crescimento feminino no mundo dos negócios, para Claudia Abdul Ahad Securato, sócia do escritório Securato e Abdul Ahad Advogados, existem outros fatores a serem discutidos. “A inclusão feminina pode ser determinante para a obtenção de maiores resultados pelas empresas, bem como para a melhoria de sua reputação diante de seus clientes, público interno, acionistas e investidores”, comenta.
 
O relatório “Mulheres na gestão empresarial: argumentos para uma mudança”, publicado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), indica o aumento nos resultados financeiros. Além disso, aponta a diversidade no quadro de empregados como principal motivo para avanços na criatividade, inovação e abertura.
 
Para Claudia, no entanto, as estatísticas não garantem a efetividade desse cenários, mas ela destaca alguns movimentos, por exemplo, reconhecendo a responsabilidade das empresas por assédio moral e sexual sofrido dentro de suas dependências. “Nesses casos, os julgadores consideraram como obrigação da companhia oferecer um ambiente de trabalho sadio, sendo devida a indenização por danos morais também em casos de conivência e negligência”, considera.
 
Para a especialista, a cultura organizacional deve ser pautada em valores e regras, as quais não podem se sobressair aos direitos fundamentais. “Esse conjunto de ideias devem ser revistos constantemente, a fim de garantir a evolução das pautas políticas, econômicas e sociais”, explica. Ou seja, é preciso haver investimento em compliance e dar orientação a líderes e colaboradores do empreendimento.

“Dessa forma, além de mitigar os riscos trabalhistas, as instituições poderão efetivamente se beneficiar dos bons resultados trazidos pela prática efetiva da igualdade de gênero”, completa. E você? Aproveite para incrementar ações desse tipo em seu negócio! O Nube apoia essa missão!

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