O envelhecimento é a fase da vida onde as pessoas passam por maiores dificuldades de adaptação. Seja pela diminuição do ritmo, ou pelo surgimento de limitações naturais quando os anos começam a pesar na rotina. Entretanto, cada vez mais, chegar à melhor idade não significa estar parado.

Há muito tempo a ciência vem se preocupando com o tema para tornar essa situação mais saudável. O cuidado com a saúde, o consumo de suplementos e até mesmo a preparação para essa fase é algo já convencionado para muitos. Até porque, atualmente, o Brasil tem cerca de 30 milhões de idosos.

Para a psicóloga Simone Matias, houve uma mudança significativa na forma como os mais experientes se comportam. De acordo com a especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental da Associação de Apoio aos Aposentados, Pensionistas e Servidores Públicos (ASBP), também com sede em Belo Horizonte, houve até o ganho de protagonismo por essa parcela da população. “A velhice não é mais algo encarado como um processo somente de perdas e lutos, mas sim como uma ocasião de novas possibilidades”, afirma.

Por aqui também já se tornou comum ver pessoas com 60 anos ou mais reinseridas no mercado de trabalho. Isso se deve ao sentimento de ainda poder voltar à vida laborativa normalmente. “Os indivíduos estão mais ativos e isso modifica completamente a percepção sobre si próprios. Eles deixam de enxergar as limitações e impossibilidades e passam a se ver como seres capazes e úteis”, pontuou Simone.

Por isso, se quando você ouve a palavra startup relaciona – automaticamente – a uma equipe repleta de novos talentos, é bom começar a descontruir esse pensamento. Jonas Paulo de Oliveira Silickas tem 63 anos e foi contratado pela PPCar para ser um integrador, como arquiteto de soluções. Os projetos sob seu comando envolvem inovação, muita tecnologia e, principalmente, o fator humano.

“No fim do dia, entregamos ao mercado soluções feitas por humanos. Ou seja, a diversidade é fundamental para entendermos as necessidades dos clientes”, explica Rodrigo Magalhães, gerente de Marketing da companhia. Na visão da empresa, os profissionais muito jovens enxergam pontos mais imediatos e relativamente simplificados da operação. Então, Oliveira é responsável por uma equipe com idades entre 22 e 36 anos. “Conforme o relacionamento avança, o grupo passa a interagir mais fortemente. Como não existem as barreiras hierárquicas, o discurso flui com maior velocidade e assertividade”, conta.

Você aposta em diferentes perfis dentro do seu time? Olhares distintos são imprescindíveis para o sucesso de uma corporação. Pense nisso e destaque-se!

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