Há aproximadamente dez anos, a carreira de analista de dados ganhou notoriedade no mercado de trabalho. A missão é garimpar elevada quantidade de informações desestruturadas, interpretá-las e, a partir daí, criar estratégias e tomar decisões para promover o desenvolvimento do negócio. Assim, a profissão está cada vez mais consolidada no Brasil. Saiba mais em nossa matéria!

Atualmente, o cargo desperta o interesse de diversos jovens pelo alto número de vagas disponibilizadas pelas empresas. Além disso, a remuneração varia de R$ 4,2 mil a R$ 10,4 mil, de acordo com a Love Mondeys. O aquecimento da carreira também foi constatado pela última edição do Fórum Econômico Mundial, o qual apontou a área como uma das mais relevantes para o mercado até 2020.

Para Tiago Mesquita, general manager da Ironhack no Brasil, o cenário deve se manter favorável nos próximos anos. “Toda companhia geradora de dados, seja de finanças, educação, marketing ou indústria, se ainda não tem, precisará contratar um profissional para analisá-los e tomar decisões precisas, sem contar com a sorte ou intuição”, afirma. A perspectiva é corroborada pela consultoria Gartner ao apontar: 80% das grandes corporações terão um departamento de diretoria de dados totalmente implementado até 2020.

O curso tem duração média de dois anos e meio. Contudo, ainda são poucos os interessados no segmento. Segundo dados do Inep/MEC, se matriculam por ano 1.247 alunos e concluem a graduação 266. Para quem desejar ingressar na área, é primordial o interesse por programação e estatística, além de capacidade analítica. “Essa versatilidade de habilidades é necessária. Quando a organização está na fase de coleta de elementos, o profissional precisa focar suas atividades no desenvolvimento e manutenção da infraestrutura de materiais, databases, códigos e processamento”, explica Mesquita.

Para trabalhar como analista de dados, o candidato precisa aprender a filtrar bases, construir APIs, web scraping e ter conhecimento nas linguagens Git, MySQL e Python. Também necessita conduzir balanços com Panda, utilizar conceitos para fins exploratórios e storytelling e realizar estatísticas de inferência com uso de Business Intelligence. Fundamentos de Machine Learning, por meio do software Scikit-Learn, para construção, avaliação e lançamentos de modelos, além de noções de algoritmos, também são requisitos básicos da função.

A Impacta oferece um curso de cinco meses para quem não quer partir para uma graduação, mas tem interesse em conhecer o campo. O pré-requisito é ter entendimento em estatística intermediária. Contudo, não é necessário  experiência em programação. “Com a capacitação você vai aprender sobre como solucionar diversos tipos de problemas com o framework, dominará várias técnicas para limpar, filtrar e combinar dados, entre outras habilidades”, explica o setor de marketing da instituição.

De acordo com o Instituto Infnet, no Rio de Janeiro, o aprendizado é capaz de formar grandes profissionais, capazes de apoiar a tomada de decisões com seus conhecimentos e a inteligência do negócio.

Portanto, se você se enquadra no perfil apresentado na matéria, invista em seus potenciais e conte sempre com o Nube em sua trajetória!

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