O Brasil é o sétimo país com mais invasões de hackers, de acordo com o relatório de Ameaças à Segurança na Internet (ISTR). No país, a palavra já possui uma conotação negativa de um especialista, o qual usa seu vasto conhecimento em informática para produzir o mal a pessoas, empresas e até países. Porém, ao contrário do imaginário coletivo, esse profissional se tornou estratégico e profissionalizá-lo foi um caminho para o bem-estar organizacional, financeiro e social. Por isso, nesta matéria abordaremos sobre esse ramo novo para os tecnólogos!

A cibersegurança é, hoje, algo imprescindível e uma ferramenta de defesa. “A Segurança da Informação não é apenas uma necessidade para indivíduos e companhias. Quando analisamos os impactos de incidentes em infraestruturas críticas, como os setores de óleo e gás, eletricidade, água, saúde e outros, é notável a dependência da sobrevida de sistemas computacionais disponíveis e íntegros”, explica o coordenador da pós-graduação em Segurança Cibernética da UniCarioca, no Rio de Janeiro, André Sobral.

Isso possibilita uma visão bastante promissora de mercado de trabalho para especialistas no ramo. De acordo com a Love Mondays, o salário pode variar de R$ 6.291 a R$ 15.860. Já o último Censo Inep/MEC indica 2.117 matrículas no curso por ano e 260 formandos. Como são poucos especialistas no segmento, há um vasto campo de atuação. “O mercado está em franca expansão no mundo, não é uma questão de escolha, mas de sobrevivência. As ameaças são reais e estão acontecendo agora. Então, toda organização terá alguém com conhecimento no setor”, explica Sobral.

A graduação tem duração de dois anos. Na grade curricular constam matérias como análise e gestão de riscos, banco de dados, certificação digital, computação Forense, lógica, matemática, entre outros. Segundo o especialista Leandro Alencar, as características primordiais da carreira “são atributos de confidencialidade, disponibilidade, integridade e autenticidade. Além disso, abrange sistemas computacionais e de armazenamento e informações eletrônicas”.

Atualmente, o Brasil conta com cerca de 116 milhões de usuários de Internet. De acordo com o último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em apenas um ano, a taxa de internautas no Brasil cresceu cerca de 10 milhões de pessoas. Conforme o uso da rede aumenta, o nível de crimes on-line também cresce. Logo, investir na proteção das corporações no ambiente web é uma ótima pedida.

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