Você certamente já reclamou ou ouviu pessoas reclamarem, dizendo estarem, cansadas e estressadas. Parte de nossa rotina pós-modernas inclui a chamada “correria do dia a dia”. Contudo, quando o esgotamento é tão grande a ponto de paralisar a pessoa e impedi-la de trabalhar, tem-se a chamada síndrome de “Burnout”. Os mais atingidos pelo problema são jovens com idade entre 20 e 30 anos.

O termo psicológico se refere à exaustão prolongada e a diminuição do interesse em trabalhar, considerada um grande problema no mundo corporativo. É usado quando o motivo primário da fadiga está correlacionado com a atividade/ambiente profissional. Já o estresse pode aparecer em vários contextos.

Segundo especialista, muito da fraqueza mental e física experimentada pelos Millenials tem relação direta com os desafios enfrentados por essa geração no mercado, especialmente em momentos de crise econômica. Em um artigo popular do site BuzzFeed, Anne Helen Petersen, afirma: “eles foram criados por seus pais para “vencerem na vida” e internalizaram a ideia de precisarem estar sempre se aperfeiçoando”.

Segundo a coordenadora do MBA em Coaching Essencial Aplicado do Instituto de Pós-Graduação e Graduação (IPOG) em Brasília, Dorothy Irigara, existe uma tendência a superestimar os danos causados pela frustração nos indivíduos. “Assim como a Geração Y, a X também foi atingida pela doença. Não se trata de uma novidade, entretanto, algumas características particulares da atualidade fazem a juventude de hoje sentir o efeito causado pelo esgotamento profundo de forma mais direta”, explica.

De acordo com a professora, mecanismos como o Whatsapp, por exemplo, enquanto facilitam o desenvolvimento de atividades profissionais, também fazem alguns se tornarem workaholics, ou seja, viciadas em trabalho. “Portadores dessa síndrome, relatam a perda de memória, sintoma decorrente das pressões excessivas sofridas no ambiente laboral”, afirma a especialista em Direito do Trabalho, Maria Inês Vasconcelos. De acordo com ela, assim como existe a alienação mental das crianças, também vemos no local de atuação. “É quando se destrói de tal forma o aparato psíquico do trabalhador, a ponto dele perder sua autonomia, capacidade de crítica e independência”, finaliza.

Cuide de sua saúde e não dispense a ajuda de um profissional, caso necessário.

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