Embora a taxa de desemprego no Brasil ainda seja excessivamente alta, beirando os 12 milhões de desempregados, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), alguns perfis são almejados pelas empresas e, dificilmente, estão disponíveis no mercado.

Segundo Lisete Ullmann, gestora de RH da Seal Telecom, também com filial em Brasília, é o caso, por exemplo, dos profissionais técnicos e certificados em sua área de atuação. Para as organizações com foco em projetos tecnológicos customizados, esse tipo de qualificação vale ouro, pois a especialização faz a diferença na entrega ao cliente.

Então, é importante reter esses talentos no time. Logo, uma maneira de não perder esse indivíduo para a concorrência é mantê-lo motivado no dia a dia. “Nem sempre apenas o salário prende um colaborador. O clima organizacional, a oportunidade de propor melhorias e o reconhecimento do gestor são diferenciais importantes”, assegura a especialista.

Os comandantes precisam estar capacitados para dar feedbacks positivos e construtivos, de modo a não desmotivar os demais e sim apoiá-los. “A ideia é impulsionar cada um a buscar melhorias de performance e aumento qualitativo de rendimento”, assegura. Além disso, é importante adotar pequenas práticas na rotina do grupo, como incentivar a comemoração de pequenas e grandes vitórias, tratar as críticas de forma individual e sempre com viés para a evolução.

Em muitos casos, o superior não tem essas habilidades tão elaboradas e, por isso, é fundamental o RH o apoiar no desenvolvimento dessas competências. Muitas vezes, o perfil procurado no mercado existe dentro de casa, mas precisa ser preparado para determinada função. “Só é possível identificar essas atitudes quando o gerente está sintonizado com a equipe”, assegura Lisete.

Kelly Querido é supervisora de atendimento no Nube. Para ela, coordenar pessoas exige responsabilidade. “Um bom supervisor precisa ter muito conhecimento do serviço/produto, paciência para ensinar, garra para não desistir diante das dificuldades e, principalmente, conquistar o respeito e confiança dos seus liderados”, enfatiza.

Para quem acaba de ingressar em um cargo do tipo, o ideal é traçar um plano de evolução, alinhado com o RH da empresa. “Além de ajudar com as técnicas, o pessoal de recursos humanos tem um olhar treinado para enxergar o funcionário de forma mais abrangente”, incentiva Lisete.

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