A Alemanha está nos noticiários por aprovar jornada de trabalho de 28 horas semanais, porém, ao lançar o olhar ao país outro ponto chama a atenção: o investimento em pesquisa e desenvolvimento. Dados de 2016 mostram: o governo federal e os setores econômico e científico investiram 2,94% do Produto Interno Bruto na área. Os números impressionam. Saiba mais nesta matéria!

As outras nações da União Europeia destinaram 2,03% e o Brasil 0,63%, o equivalente a R$ 37,1 bilhões. Mesmo sofrendo de um problema familiar: a mobilidade social, o “pulo do gato” dos alemães atualmente está na atenção dada a transição do estudante ao mercado de trabalho. Segundo uma pesquisa da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o nível de desemprego entre adultos, os quais se formaram no ensino secundário em um curso técnico chega a apenas 4,2%. Já para jovens entre 15 e 19 anos, os quais não estão estudando ou trabalhando chega a 8,6%, uma das menores porcentagens entre os países-membros do órgão.

Além disso, eles têm uma classe média forte, com 58% da população ganhando entre € 2.400 e € 5.000. Mesmo profissionais com estudo básico têm um poder de compra considerado socialmente satisfatório e isso mantém a economia aquecida. Levando essa realidade em consideração, como podemos diminuir essa distância?

Para o presidente do ISAE Escola de Negócios, Norman de Paula Arruda Filho, devemos e podemos promover parcerias internacionais e incentivar o investimento da iniciativa privada para o preparo de nossa juventude para a profissionalização. “Como professor e gestor de uma instituição de ensino, sou inquieto e procuro sempre trazer inovações para a sala de aula. Hoje, é fundamental buscar continuamente a troca de conhecimento com as iniciativas globais, como a Organização das Nações Unidas (ONU)”, explica.

A sala de aula mudou. Celso Niskier é reitor da UniCarioca, no Rio de Janeiro e garante: “a fórmula do sucesso é ter um bom professor, o qual gosta de ensinar [e bem] e um aluno motivado a aprender e com garra de crescer”. Logo, é importante incentivar os educandos a serem sedentos por conteúdos extraclasse, cases de sucesso e, principalmente, experiências reais. “Quem não se desprender da teoria, ficará estagnado em um mercado profissional cada vez mais dinâmico”, afirma Arruda Filho.

Se não podemos investir, devemos não só abrir as fronteiras para a pesquisa científica, como incentivar convites para parcerias em prol da sustentabilidade das nações em todas as suas nuances, sejam elas de primeiro mundo ou não.
 
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