Entre as diversas profissões disponíveis para o mercado, os ramos voltados ao estudo dos nossos hábitos e costumes é uma grande tendência. No mundo corporativo, por exemplo, o crescente número de coaches (treinadores) tem gerado uma grande atenção. O problema está justamente quando o trabalho de quem atua nesse nicho se confunde com quem é psicólogo. Saiba as diferenças agora!

Segundo Rosa Krausz, fundadora e diretora científica e de formação da Abracem, Associação Brasileira de Coaching Executivo e Empresarial, o primeiro ponto a ser observado em relação às diferenciações das duas vertentes está na amplitude de uma delas. Quem atua como orientador, executa funções em um campo de atividades amplo, não legalizado ou controlado por entidades oficiais, diferentemente da psicologia.

“Por conta das várias possibilidades, não há como considerar a existência de um grupo homogêneo de pessoas exercendo o coaching. Com o tempo, foram criadas várias ramificações, voltadas à vida, aos relacionamentos, direcionados a adolescentes ou estudantes”, explica a especialista. Desse modo, para Rosa, um único segmento apresenta características semelhantes: o executivo e empresarial.

De acordo com a diretora, essa especialidade tem conquistado mais espaço, inclusive com cursos de pós-graduação em lugares como Inglaterra e Austrália. Agora, para poder separar essa possibilidade de ser um consultor com as funções de um psicólogo, é preciso se atentar.

Ainda para Rosa, o treinador se baseia em uma área de especialização, tal como a sociologia, a administração, a andragogia e não apenas a psicologia. “O profissional irá se basear e sustentar sua atuação de acordo com a linha teórica com a qual se identifica ou domina”, ressalta.

Já para Liana Gus Gomes, também presidente da Abracem, quem lida com transtornos de comportamento e assuntos relacionados tem diferentes processos e responsabilidades. “O coaching não é regulamentado nem de exclusividade dos profissionais de saúde mental, como psiquiatras, por exemplo. Dessa maneira, problemas de ansiedade ou depressão, se assim diagnosticados, devem ser tratados por quem tem capacidade e habilitação para isso”, explica.

Larissa Pereira cursa psicologia na Unicamp, Universidade de Campinas. Ela tem como objetivo se voltar à orientação vocacional e sabe dos desafios a serem seguidos. “A minha graduação irá contribuir para eu exercer minhas obrigações de uma maneira mais aprofundada. Quero mesclar os dois aspectos em um só e, a partir disso, desenvolver meu diferencial”, conta.

Agora, tome cuidado para não confundir os dois termos e possibilidades. O Nube te deseja sucesso!

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