A transformação digital é um caminho sem volta. Assim aponta uma pesquisa realizada pela consultoria Gartner. Segundo o estudo, 77% dos líderes acreditam no fato de seus negócios terem de se tornar mais digitais para continuarem competitivos. No entanto, muitas vezes, as estratégias não alcançam o resultado esperado.

Como resultado, 92% dos CEOs enfatizam a necessidade de seus RHs digitalizarem a experiência do funcionário. Entretanto, mais de dois terços dos CHROs - Chief Human Resources Officer se sentem despreparados para gerenciar esse processo. Pensando nisso, Felipe Azevedo, vice-presidente da LG lugar de gente, listou cinco passos para rumo à modernização:
 
1 - Diagnóstico: o primeiro é entender em qual estágio o departamento de RH está, em termos de cultura e atividades do dia a dia. Quanto mais operacional for o setor, maiores são as oportunidades. Ferramentas como people analytics e inteligência artificial (IA) podem ajudar.

2 – Mudança de cultura: passada a etapa de diagnóstico, é chegado o momento da companhia entender suas necessidades reais.

3 - Revisão de processos: é preciso expertise interna para entender quais recursos serão priorizados. Vale olhar, por exemplo, como andam os processos de seleção da empresa. ‘Estou contratando bem’? Se a resposta for não, é válido privilegiar ferramentas voltadas para recrutamento.

4 – Mais com menos: a dica é começar a transformação respondendo a seguinte pergunta: qual atividade desempenhada hoje pode ser feita com poucos custos, tornando o trabalho do colaborador mais fácil?

5 - Dados para a tomada de decisão: o uso de dados para a gestão de pessoas permite às companhias, por exemplo, verificar em tempo real, quais engrenagens estão funcionando com mais eficiência. Além disso, é possível mapear talentos, ter uma visão real sobre engajamento, produção, dentre outros temas.

Isabel Holanda é gerente de capacitação de clientes da Fortes Tecnologia, também com filial em Manaus. Segundo ela, em relação ao segmento de recursos humanos, existem três subgrupos de IA, cuja aplicação prática no setor é benéfica:

- Biometria: consiste na identificação de uma característica física ou comportamento de uma pessoa. Atualmente, ela é usada para basear o funcionamento de máquinas a partir do reconhecimento de íris, palma da mão, digitais do dedo etc;

- Bots e automatizadores: realizam buscas e análises automatizadas em dados, tanto na Internet, quanto nas redes internas da empresa. Eles são amplamente utilizados na área de seleção, pois são úteis para pesquisar rapidamente as informações históricas e das mídias sociais de cada candidato.

- Algoritmos: consistem nos códigos, os quais aprendem sozinhos baseados nas ações dos indivíduos. Usados no recrutamento, eles consistem na eliminação automática de certos concorrentes, cujo perfil não atende aos requisitos da corporação.
 
“Conforme os dados de uma pesquisa feita pela Deloitte, em 2017, a qual englobou mais de 10 mil gestores ao redor mundo, cerca de 33% das organizações já aplicarem a IA no RH”, explica Isabel. Portanto, quem não seguir as tendências, ficará para trás.

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