Todas as gerações novas carregam consigo grandes responsabilidades e, historicamente, cada uma delas reage de maneira diferente a essas exigências. Os grupos mais recentes, referidos popularmente como Y (ou millennials) e Z, marcados pela alta tecnologia e pelo mundo das redes sociais, ainda têm impactado o mercado de trabalho.

Grande parte das corporações estão se adaptando, para adequar seus interesses com os jovens, principalmente os nascidos na virada do milênio. Esses, por sua vez, já detém 44 bilhões de dólares do poder de compra, segundo a Infomoney. Dessa forma, o segmento profissional já vem se preparando para recebê-los de maneira assertiva.

Justamente devido a essa demanda, pode surgir a dúvida em muitos gestores e recrutadores: quais aspectos não são aceitos por essas pessoas? Como inspirá-los, recrutá-los ou liderá-los? Para o professor, palestrante e empresário, Eugênio Mussak, quem é da Geração Z quer, como todos os outros, ser feliz.

“Entretanto, eles estão mais dispostos a lutar por seus interesses, abrindo menos espaço para os controles e as convenções. Carregam consigo um imenso potencial transformador, como nunca visto anteriormente”, aponta o especialista. Sendo assim, pensar em maneiras de direcionar sua gestão a eles é essencial.

Ainda de acordo com Mussak, a era da informação marcou a infância desses jovens e as redes sociais os acompanham desde a adolescência. “O off-line e o digital são o mesmo mundo para eles e, por isso, estamos lidando com quem visa controlar cada passo de suas vidas. Isso não é tão natural para quem veio antes deles”, aponta.

Para o professor, a tendência do universo corporativo de valorizar os aspectos comportamentais é fortalecida por esse grupo. “Muitos deles não se desenvolvem nas melhores universidades, mas exploram conteúdos e juntam experiências capazes de os posicionar de forma bastante competitiva no universo organizacional”, explica.

Segundo Mussak, o principal desafio deles será encontrar empresas, as quais fujam dos modelos tradicionais de gestão de carreira. “Esses jovens buscam organizações conectadas a suas atividades, com impacto positivo na sociedade. Portanto, essas instituições devem apresentar um propósito sólido e saber gerenciar um ambiente capaz de dar voz a todos os colaboradores”, diz.

Maíra Bergo representa essa seleta de pessoas. Ela é estagiária e estuda psicologia na Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Com suas experiências, a interação com diferentes idades foi facilitada. “Algumas experiências foram bastante enriquecedoras, obtive muitos aprendizados, tanto na maneira de enxergar o mundo, quanto na forma de lidar com os desafios”, conta.

Portanto, contar com uma liderança inclusiva, a qual encaixe cada geração como uma peça da engrenagem organizacional é de grande importância. Promova esse aspecto com sua equipe e veja os resultados dessa ação! Conte sempre com o Nube.

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