Muitos profissionais são atraídos pelos benefícios oferecidos pelo home office. Segundo levantamento da World at Work, 80% das empresas norte americanas já possuem a modalidade estruturada. Afinal, ela proporciona menos tempo no trânsito, horários mais flexíveis e uma rotina maleável. Contudo, quem gerencia pessoas precisa fazer uma avaliação muito criteriosa antes de contratar.

O trabalho remoto exige mais dedicação e disciplina em relação ao presencial. Portanto, funcionários e empresa devem estar cientes de suas responsabilidades e direitos. É preciso estabelecer regras claras para ajudar na comunicação entre as partes.

No Brasil, a Reforma Trabalhista de 2017 passou a regulamentar a prática. Segundo a advogada Márcia Makishi, todas as atividades deverão estar bem descritas no contrato, bem como o fornecimento de equipamento e infraestrutura, assim como as despesas a serem reembolsadas. “Neste caso o controle do trabalho é acertado por atividades realizadas e não há controle de jornada. Consequentemente, não há horas extras”, afirma a especialista.

O gestor de TI Guilherme Prado, da IS Solutions, em Campinas (SP), costuma ser cauteloso com esse tipo de execução. “Tomo cuidado com o volume de afazeres e estabeleço metas compatíveis com o cargo e a jornada adequada. Desse jeito há mais efetividade”, afirma o supervisor.

Estabeleca limites bem definidos e aproveite o melhor do home office. Conte com o Nube e boa sorte!

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