Para muitos jovens, o tema política ainda é bem distante. Pensando nisso, alguns estudantes se juntaram e pensaram em uma forma de aproximar o conteúdo dos mais novos. O resultado já ganha espaço em todo o Brasil. Saiba mais!

Os estudantes Alberto Nakakogue Neto, Augusto Dezoti Doreto e Felipe Angelo Denis, do Colégio Positivo, de Curitiba, criaram o projeto ‘Mobilizar para Mudar: estudo sobre a relação da juventude curitibana com a política nacional’. A iniciativa investiga a ligação de pessoas entre 14 e 16 anos com o assunto e foi baseado em um levantamento do Instituto Data Popular, de 2014. Segundo ele, sete em cada dez jovens acreditam no voto como caminho para mudar os rumos do país, mas somente 32% afirmou entender sobre o tópico.

Com orientação da professora Irinéia Inês Scota, os três fizeram entrevistas com outros educandos, mestres em educação e sociólogos. “Quando coletaram os dados, foi necessário buscar junto à literatura acadêmica e a artigos científicos elementos capazes de sustentar ou refutar essas informações”, explica a orientadora. O resultado da pesquisa confirmou: esse grupo da sociedade recebe muitas informações, mas não tem conhecimento para conseguir debater ou dar o tratamento adequado a isso.

Para o cientista político em Ribeirão Preto, Helder de Carvalho, as verdades produzidas na campanha eleitoral nem sempre são as mais fiéis à realidade. “Por isso, é preciso considerar toda a vida pública do candidato e acompanhar o ano todo esses governantes”, incentiva. Todavia, como despertar esse interesse na população? Para os discentes, o conteúdo tem de vir desde pequeno para os indivíduos.

Então, para atingir os objetivos do projeto e oferecer períodos regulares de leituras e reflexões, a equipe desenvolveu métodos a serem aplicados desde o nível fundamental II. “Oficinas mediadas por professores de história, sociologia e filosofia com o intuito de informar, apresentar problemas e incentivar os alunos a buscarem argumentos para defender ou criticar questões comuns de governos e uma página virtual com conhecimentos gerais e sistemas de governança foram algumas das propostas”, explica Irinéia.

O trabalho foi um dos selecionados a participar de uma banca de professores especialistas e concorrer a uma vaga na Feira Brasileira de Ciência e Engenharia (Febrace), a qual reúne materiais pré-universitários do Brasil todo, para serem apresentados na Universidade de São Paulo (USP). “Foi gratificante ser reconhecido dessa forma. A expectativa é grande pela apresentação e pela experiência de estar em um evento reconhecido internacionalmente”, conta Alberto Nakakogue.

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