O Brasil ganhou cinco posições no Índice Global de Inovação (IGI), subindo de 69º para o 64º lugar em um ranking de 126 países. A colocação é a melhor desde 2014 e abre discussão para a relevância de dar espaço aos novos empreendedores. Afinal, pequenas empresas são uma força social e econômica essencial para o desenvolvimento de nossa sociedade.

De acordo com Silvia Clenice, coach e especialista em estratégia de carreira, há uma combinação de fatores para o crescente número de jovens nesse caminho. O primeiro deles é o cenário econômico e alto índice de desemprego, principalmente, para esse grupo. Esse ponto intensifica outros dois: a necessidade de complementar a renda familiar e a exigência de experiência para profissionais iniciantes.

A estudante de administração, Larissa Albino, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, enxerga essa alternativa como uma opção para seu futuro. Inicialmente, deseja construir sua trajetória em uma grande instituição, mas confessa ter vontade de empreender pois é um nicho cheio de possibilidades. “É necessário pesquisar bem para se diferenciar e ir atrás de investimento para concretizar sua meta”, conta.

Para Silvia, quem contrata deve levar em consideração esse novo perfil. Eles oxigenam a equipe, são inovadores e determinam a linha de sucessão futura da organização. Outro aspecto fundamental é a mudança de mentalidade dessa geração mais nova. “Eles desejam autonomia, questionam a estrutura de hierarquias e vivem conectados à tecnologia”, aponta.

Se você quer montar o próprio negócio, a especialista aconselha a seguir três passos. Em primeiro lugar, esteja motivado pelo seu objetivo, seja resolver um problema, criar uma solução ou ganhar um dinheiro no fim do mês. “Se a razão é fraca, desiste-se nos primeiros obstáculos”, alerta. Depois, analise, e pesquise sobre o mercado. “Não adianta sair fazendo de qualquer jeito, você gasta energia, tempo e até recurso desnecessário. É preciso levantar informações para se criar um plano fundamentado e consistente”, indica.

A terceira e última etapa, Silvia diz: “é pensar como gente grande”. Isso significa olhar para a sua ideia como uma corporação e imaginar cada setor. “É importante ter a noção de cada área, como seu processo pode ser pensado e montado para crescer. Criar fluxos simples, ter uma boa administração de atividades e uma estratégia bem definida ajuda bastante a começar”, evidencia. Nesse momento, é hora de estudar, ler e conversar com pessoas referências nesse ramo. “Investir em conhecimento para se desenvolver como empreendedor e como profissional”, finaliza.

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