Você gosta de matemática? De acordo com uma pesquisa do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), apresentada em agosto, cerca de 70% dos estudantes de nível médio têm resultados insuficientes na disciplina. Fugir do padrão convencional de ensino pode ser uma das melhores formas de fixar o conteúdo e alcançar índices maiores.

Para a professora Marilda de Souza, do Colégio Positivo Júnior, é possível desmistificar a matéria e conquistar a atenção e o envolvimento dos alunos. Em suas aulas são comuns abordagens inusitadas, como as realizadas na piscina da instituição. “Trabalhamos questões de medidas, como comprimento, área e espaço”, explica. Em outra ação, a docente reúne a turma, em horário de contraturno, numa pizzaria. “Lá, são abordadas todas as questões ligadas à atividade do estabelecimento, como custos, consumo, frações e porcentagens, fazendo os estudantes exercitarem os cálculos”, comenta.

Para Marilda, é essencial o educando vivenciar o ensinamento, porque por meio da experimentação, ele pode fundamentar, evidenciar e provar como aquilo realmente funciona. “Essa linha de ensinar matemática é necessária, fundamental. Afinal, assim é possível associar conceitos, atrelando a ideia de investigação com sentimento, emoção, envolvimento” finaliza.

Existem muitas formas de usar as brincadeiras para ensinar e, por meio delas, o professor, sabendo fazer as perguntas certas durante a atividade, consegue resultados gratificantes e de uma forma mais prazerosa. Segundo a diretora pedagógica da Editora Positivo, Acedriana Vicente Vogel, o conteúdo do material didático tem inúmeros benefícios. Ela cita alguns:

- Essas iniciativas desenvolvem o pensamento crítico, incentivando a não aceitar uma informação sem refletir sobre ela.  
- Auxilia no processo de autonomia.
- Auxilia a melhorar a observação e a lógica, sem necessidade de recorrer à "decoreba" para se sair bem nas avaliações.
- São excelentes oportunidades para a integração, trabalho em equipe, discussões saudáveis, união e a cooperação.
- Conectam o ensino com a realidade. Colocando a mão na massa, é possível entender como os livros e apostilas se relacionam com o mundo e com o próprio cotidiano.

O aposentado Silvério da Silva Moron resolveu transformar todo seu conhecimento na carreira de engenharia em utilidade pública. Ele dedica quatro horas do seu dia para ensinar quem sente dificuldade na área de exatas. Tudo é feito gratuitamente em uma praça pública em Botafogo, no Rio de Janeiro. “Podemos mudar a realidade por meio da educação. Se o meu exemplo incentivar outras pessoas, já fico satisfeito”, enfatiza.

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