Os atletas, em busca de melhores resultados, disputam entre si rumo ao topo do ranking. Contudo, a comnpetição não é uma postura apenas do segmento desportivo. No mercado de trabalho é habitual ver profissionais concorrendo entre si. E você, se considera competitivo? Fizemos um estudo sobre o tema, veja o resultado!

Para 45,77%, ou 20.450 pesquisados, isso varia de acordo com a situação. Assim, responderam: “depende, ajo dessa forma apenas quando preciso”. Na visão de Everton Santos, analista de treinamento do Nube, é muito importante saber a hora certa de cada ação. “Se a todo momento manifestamos estar concorrendo a algo, isso pode se tornar um ônus. Afinal, atinge diretamente a percepção de quem está ao nosso redor sobre nós, afastando colegas e oportunidades”, assegura.

Outros 22,72% (10.150) entendem o possível prejuízo e, dessa forma, revelaram: “sou sim, mas procuro não demonstrar”. Contudo, um combate velado também pode ser visto como trapaça ou traição. “É preciso tomar cuidado com o impacto de nosso comportamento. Quem almeja algo maior, deve ser claro com os companheiros de equipe. A competição pode ser saudável e muito positiva para empresa se pautada na ética”, enfatiza o especialista.

Já para 18,76% (8.380), “a disputa é a única forma de ter sucesso na carreira”. Para esses, fica o lembrete de colocar sempre em primeiro plano o respeito aos valores da organização e ao time. “Em virtude da constante exigência de melhores resultados, é frequente muitos adotarem uma conduta mais incisiva. Porém, o êxito duradouro e consistente só virá por meio da transparência e regras morais”, afirma Santos.

Na contramão, 12,76% relataram não seguir pelo caminho do páreo duro. Desses 10,41% (4.650) ressaltaram: “isso só atrapalha as relações interpessoais” e outros 2,35% (1.051) confessaram: “evito conviver com gente assim”. Algumas companhias, de fato, estimulam a ‘luta’ entre os colaboradores, pois faz parte da cultura organizacional. Outras, têm o valor pautado na cooperação. “Entretanto, independentemente do local, ter uma interação harmoniosa com o grupo é essencial”, indica.

Para isso, a dica é conhecer o ambiente, adquirir experiência e entender o funcionamento do empreendimento. “Só então será recomendado ter uma postura mais ativa frente aos desafios propostos”, finaliza o analista.

O estudo ocorreu entre 13 e 24 de agosto e contou com a participação de 44.681 pessoas de todo o Brasil, com idade entre 15 e 26 anos.

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