Imagine uma árvore, cujos galhos são, um a um, informações concisas e bem organizadas, capazes de ajudar a estruturar uma ideia complexa (com todas as suas ramificações). Parece interessante, não? Essa introdução é uma exemplificação literária para o conceito de "mapa mental". A invenção do psicólogo inglês, Tony Buzan, é uma espécie de diagrama. Ele conecta dados difusos e fragmentados em torno de um tema central para facilitar a gestão do capital intelectual e, por consequência, a solução de problemas, memorização e estimulação de insights.

“Essa abordagem é ideal para qualquer atividade, a qual envolva o pensamento, contemplação, cognição e criação. Trata-se de uma ferramenta para externar os acontecimentos existentes dentro da mente”, diz Buzan. Ou seja, o diferencial da prática está em se basear no funcionamento do cérebro e também na quebra da linearidade.

Para Renato Gangoni, CEO da Spin Design no Rio de Janeiro, "a dificuldade, em um processo de aprendizagem, se apresenta na forma como a pessoa deveria ser capaz de compreender e como ela realmente entende".

Segundo informações divulgadas pela Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), esses gaps atingem a todos em variados níveis. "Nesse contexto, o mapa mental é um aliado para a internalização de conteúdos, pois captamos e armazenamos com mais agilidade os elementos visuais”, afirma o especialista.

Na prática, o líder organizacional acaba se beneficiando de diversas maneiras: com a otimização do planejamento de funções diárias e de estratégias para a organização; rápida identificação de novas oportunidades para o negócio; inovação e agilidade para as ações das áreas de Marketing e Vendas; acompanhamento facilitado de projetos de Recursos Humanos.

Ana Claudia Pace tem 33 anos, é publicitária e aderiu a experiência há um ano e meio. “Resolvi utilizar o método para me ajudar a condensar dados de palestras durante congressos. Depois, passei a usar para brainstorms e até como meu banco de ideias”, comenta. Segundo ela, a técnica a auxiliou a ser mais concisa. “Com isso, ganhei mais tempo e aprendi a organizar minhas ideias e até os conteúdos a serem produzidos”, enfatiza.

Que tal aprender a construir o seu quadro? Vá a uma mesa, pegue uma folha em branco e canetas coloridas para colocar em prática as dicas abaixo.

- Desenhe no centro de uma folha em branco uma imagem relacionada ao assunto a ser abordado.
- Não tenha medo de inserir figuras, símbolos e códigos relacionados à temática.
- Selecione as palavras-chave e as escreva com letras minúsculas ou maiúsculas.
- Coloque cada item sozinho e em uma espaço próprio do papel.
- Trace linhas conectando as ideias. Elas precisam estar interligadas a partir do desenho central.
- É importante utilizar pelo menos três cores diferentes para, além de facilitar o agrupamento de pensamentos, favorecer a memorização do conteúdo.
- Lembre-se sempre de manter o mapa claro, em hierarquia radial, ordem numérica ou com contornos responsáveis por elencar os “ramos”.

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