Para quem está se familiarizando com o tema, a Indústria 4.0 trata da incorporação de tecnologias cyber-físicas ao processo de manufatura, com o intuito de otimizar a produção. Assim, oferecerá produtos customizados aos clientes, com melhor qualidade, prazos de entrega menores e preços competitivos. Entre as tecnologias responsáveis por essa
evolução, destaca-se a Internet. Incorporada plenamente aos processos industriais, permite melhor monitoramento e controle.

Segundo Rosanna Saldanha Silva, coordenadora dos cursos de Engenharia de Produção e Mecânica da Anhanguera de Indaiatuba, isso significa um novo período no contexto das grandes revoluções. "Todas as empresas, mesmos as pequenas e médias, precisam se adequar aos novos tempos de automação e de flexibilidade para atender às demandas”, explica. Para ela, serão essenciais investimentos em formação e adaptação da mão-de-obra, mudanças de paradigmas e de cultura organizacional, além da formação de uma visão holística.

Todos os adventos tecnológicos vão impactar, ainda, na geração de empregos. Dessa forma, espera-se um efeito na produtividade comparável ao já obtido pela web em outros setores, como no comércio eletrônico, comunicações pessoais e transações bancárias. "O resultado previsto é o crescimento do uso de dispositivos inteligentes interconectados em toda a cadeia de produção, assim como na logística", explica Rosanna. "Os ambientes de manufatura se tornarão mais flexíveis e poderão se autoajustar à necessidade por peças exclusivas.

Diante de todas essas características, a Indústria 4.0 é o caminho lógico para ampliar a competitividade das fábricas, mas não é uma realidade próxima. "O Brasil tem procurado diminuir a distância tecnológica para outros países, mas o caminho a percorrer ainda é bastante considerável. Ainda há poucas companhias, de fato, inteligentes no país", avalia.

Quanto ao mercado de trabalho, as máquinas farão as atividades manuais e repetitivas, como já estão fazendo. “Contudo, os colaboradores vão lidar com as tarefas, as quais exigem abstração, pesquisa e desenvolvimento do conhecimento", antecipa Rosanna.

Serão criadas novas profissões e os trabalhadores precisarão de uma formação multidisciplinar. “Portanto, é preciso aprimorar o nível de empregabilidade o quanto antes, para não ser retirado do mercado pela concorrência", adianta a professora.

Rubia Beraldo tem 30 anos e é gerente de projetos na Unilever. Consciente das novas transformações, está a par do assunto e vê bons momentos para o futuro. “A Internet trará uma modificação total, com oficinas com maior potencial de automatização e produção”, enfatiza.

E aí, está pronto para esse novo cenário?

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