A carreira de professor, apesar de ter uma importância reconhecida pela sua capacidade de passar conhecimento, ainda é desvalorizada. As condições de trabalho, o salário e os problemas da rede pública fazem os jovens não se sentirem estimulados para seguir na área.

Uma pesquisa divulgada recentemente, feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), apontou o fato de apenas 2,4% dos jovens com 15 anos de idade terem interesse em seguir essa carreira. Há dez anos, o percentual era de 7,5%.

Esse descompasso também é acentuado dentro de casa. Os familiares dos estudantes incentivam os filhos a buscarem segmentos com maior reconhecimento não só profissional, mas, principalmente, financeiro. A situação só é diferente quando há histórico de pedagogos na família.
 
Para Cláudio Falcão, diretor do Sistema de Ensino pH também com atuação no Rio de Janeiro, os educadores devem sempre estar se atualizando para conseguirem melhores trabalhos e reconhecimento. "A instituição de ensino é o lugar de acolhimento, onde o docente, além de ser responsável pela apresentação dos conteúdos, deve estar sempre agregando as disciplinas à realidade do aluno.” afirma.

O passo inicial para ajudar o aprendiz a se interessar pelo ramo e também desenvolver habilidades é por meio das atividades como a monitoria estudantil. "Quem tem esse tipo de experiência desenvolve empatia e generosidade ao ensinar outro colega de sala e responsabilidade e disciplina ao cumprir com funções e horários”, diz Falcão. Fora isso, a pessoa também exerce a comunicação.
 
Felipe Amaral tem 42 anos de idade e exerce a profissão há 20 anos. Ele ressalta a importância de também motivar seus pupilos a traçar esse caminho. "Um engajamento mediado principalmente por nós torna-se fundamental para os acadêmicos seguirem a carreira. Sem isso, não teremos a reposição necessária de futuros mestres qualificados", explica.

Rodrigo Solon, tem 18 anos e estuda Geografia na UFF - Universidade Federal Fluminense, no Rio de Janeiro. Ao contrário da maioria dos jovens, ele decidiu ser um educador já no começo do ensino médio. “Eu via um professor ensinar de maneira tão verdadeira e tão inspiradora, a ponto de me levar a ser como ele. Com o tempo, diversos outros instrutores tiveram influência sobre esse meu desejo, moldando esse sonho”, explica.

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