Se você perguntar para seus pais e avós, a jornada das 9h às 18h provavelmente era a escala convencional deles. Porém, especialistas apontam tendência de transformação nesse cenário e de concessões por parte dos contratantes. Qual é o motivo dessa alteração? Descubra nesta matéria!

Para Maiara de Paula, aprendiz no Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (RJ), a escala poderia ser mais flexível. “As pessoas procuram por isso para terem mais horas livres. Muita gente quer fazer uma pós-graduação, por exemplo. Mas passando metade do dia fora de casa, mais o deslocamento, fica complicado”, argumenta a jovem.

Pensando nisso e atendendo a pedidos dos empregados, muitas empresas estão mudando este cenário. De acordo com pesquisa do International Workplace Group (IWG), 70% dos profissionais buscam alternativas para trabalhar. “Trata-se de uma grande transição global no panorama do espaço corporativo e agora as companhias estão observando atentamente o significado disso para seus portfólios imobiliários”, explica o CEO do IWG no Brasil, Tiago Alves.

No Brasil, 61% dos colaboradores fazem o revezamento. Mais da metade deles atua remotamente durante três datas na semana ou mais. 73% cumprem ao menos 8 horas fora do escritório nos Estados Unidos, 70% na Inglaterra e, no México, a taxa é a mais expressiva: 83%. O estudo contou com mais de 18 mil participantes de diferentes setores em 96 países.

A coach Dilza Taranto faz parte dessa estatística. “Exerço minhas atividades remotamente na maior parte do tempo, pois além da minha profissão permitir o atendimento a clientes em todo o Brasil, com recursos de vídeo, consigo conciliar com minha vida pessoal”, afirma. Para ela, os benefícios vão muito além da economia com os custos estruturais de um escritório, mas é preciso ter atenção. “Em casa eu mesma faço o meu horário. Porém, é necessário ter muita disciplina para não laborar demais nem de menos, pois as questões pessoais e profissionais estão disponíveis 24h”, recomenda a consultora de RH.

Confira alguns as duas principais vantagens da concessão de mudanças nos turnos:

Maior engajamento: a organização cede e o funcionário tem mais oportunidades para lidar com suas demandas particulares e também estar no estabelecimento no período obrigatório.

Redução de despesas: com colaborador cumprindo parte da jornada em home office, as instituições economizam em gastos com infraestrutura administrativa, cobrando apenas produtividade e resultados no lugar de assiduidade e pontualidade.

Gestores, equipes e corporação ganham com a flexibilização das jornadas de trabalho. Fique de olho nas variações!







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