Você já fez terapia? Esse é um método criado por Sigmund Freud com o objetivo de identificar e resolver conteúdos inconscientes por meio da fala, comportamentos e emoções do paciente. Pode ser um recurso útil para a resolução questões referentes ao trabalho. Porém, como isso acontece? Descubra nesta matéria!

No consultório do psicanalista Rodrigo Gonsalves surgem diversas queixas relacionadas ao tormento envolvendo o emprego. “As principais remetem à depressão, angústia, estresse, insatisfação e ao desânimo; e em especial, aos problemas ligados às dificuldades financeiras”, conta o professor. De acordo com ele, o tratamento é eficiente para ajudar de uma maneira geral. “A orientação psicanálitica sustenta uma compreensão rica e complexa da experiência humana. Por meio da técnica, as pessoas conseguem identificar e operar sobre seus desejos, provocando as transformações necessárias”, assegura.  
 
Por enfrentar dificuldades econômicas, Thais Martins, recepcionista de uma rede de estética no Rio de Janeiro (RJ), decidiu procurar amparo. A ansiedade a impedia de conquistar suas metas de carreira e, ao mesmo tempo, faziam sentir-se culpada por obstáculos externos. “Senti um forte desânimo durante a fase do pré-vestibular. Não entrei em uma instituição pública, então decidi pagar por uma faculdade e precisei começar a trabalhar, mas o dinheiro não era suficiente. Tive síndrome do pânico e graves crises de ansiedade por me sentir incapaz de conquistar meus sonhos”, conta. Nessa época, ela resolveu procurar o auxílio de uma analista. “Descobri muitas coisas sobre mim e como elas impactavam em toda a minha vida. Fiquei muito mais tranquila e segura para tentar o vestibular de novo. Consegui ser aprovada e concluir a graduação”, afirma. A jovem se formou em Serviço Social e quer assistir outros a superarem dramas como o dela.

Sobre isso, Gonsalves afirma ser um sentimento muito comum. “Há uma espécie de culpabilização extrema do indivíduo enquanto único culpado por seu sofrimento. Essa sobrecarga emocional não contribui e, pelo contrário, ainda o condena à embarcar de maneira solitária com uma situação de fragilidade”. Ele explica ainda a probabilidade desse pesar ser fruto de aspectos sociais e psicológicos muito mais complexos e deixa dicas para quem está enfrentando esse tipo de inquietação:

1. Não ignore seus sentimentos.
2. Se possível, procure canais internos da empresa como RH ou setor de psicologia.
3. Caso os meios  acima não existam ou sejam insuficientes, busque apoio com um especialista.

É válido destacar: a atenção à saúde mental não é um luxo, mas sim a busca pela cura de um mal-estar. Se menosprezadas, as sensações ruins podem ter graves consequências no futuro. Cuide-se!

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