Muito se fala de empoderamento feminino nos dias de hoje. A evolução da sociedade proporcionou às mulheres, a possibilidade de alcançarem mais voz e espaço no meio social e, principalmente, no corporativo. Contudo, há muito a se conquistar, pois muitas atitudes no ambiente laboral precisam ser revistas. Entenda!

De acordo com a pesquisa “Women in Business 2017” da Grant Thornton, o índice de pessoas do sexo feminino em cargos de diretorias executivas no Brasil, chegou a 16%. Em 2015, era apenas 5%. Mesmo sendo um número menor, comparado a quantidade de homens nessa mesma função, esse crescimento é significativo.

Para Juliana Freitas, psicóloga e desenvolvedora do Programa de Apoio ao Empreendedor, do Rio de Janeiro, esse é um reflexo da luta por liberdade de fazer escolhas e por melhores posicionamentos. “Por muito tempo, nosso papel era restrito ao âmbito familiar, mas a crescente presença feminina em posições de liderança, tem mostrado nossa capacidade para ocupar outras atividades na sociedade”, comenta.

Josiane Zani é sócia-diretora da SuperPoker, um negócio na área de mídia e entretenimento. Alcançar esse posto, pertencendo a um mercado essencialmente masculino, é um grande feito. Mesmo assim, ela relata alguns episódios nos quais recebeu  tratamentos diferentes dos demais líderes. “Eu já ouvi: ‘você é uma ótima profissional, trabalha como homem’.” Há outras atitudes como interromper a fala de uma mulher ou colocar a culpa da agressividade feminina na TPM.

Para a especialista, nesses momentos, o posicionamento cultural da corporação faz muita diferença: “a empresa deve incentivar a diversidade e igualdade de gêneros, além de ter uma postura presente, atenta e educativa, planejando e tomando medidas eficientes quando há condutas contrárias”.

Muito mais, é preciso ter consciência dessas coisas. Josiane, ao falar com seus pares o incômodo gerado, se sentiu mais forte e respeitada. “Hoje, me sinto muito mais preparada para lidar com qualquer desafio no trabalho, seja liderar uma equipe, comandar reuniões, discutir sobre estratégias, cenários, novas ideias e falar sobre os meus gostos”, relata.

Para a especialista, a mentalidade das pessoas vem mudando, sobretudo, nas novas gerações. “Seja firme, acredite em seu potencial e vá a luta”, incentiva. Afinal, um bom líder não é definido por uma questão de gênero, mas sim por habilidades desenvolvidas ao longo do tempo, seja você uma estagiária, aprendiz uma uma jovem em início de carreira.  

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