Os lugares ‘Pet Friendly’  têm ganhado espaço nos ambientes de trabalho. Embora a prática ainda não seja muito comum em empresas maiores, por questões desde segurança, à exigências do condomínio corporativo, os funcionários de quatro patas estão cada vez mais presentes na rotina.

Os principais praticantes dessa tendência são os escritórios de coworking. Ao todo, cerca de 25% deles, segundo empresa especializada em locais compartilhados, permitem a presença dos bichinhos de estimação. Para quem deseja desfrutar da companhia do seu melhor amigo de pelos, na organização, a veterinária Livia Romeiro, da Vet Quality, em parceria com o Instituto 100% Animais, sugere alguns passos. Veja:

Itens de higiene e limpeza: é importante dar uma voltinha com o cãozinho antes de iniciar suas atividades na corporação, assim ele poderá fazer as suas necessidades tranquilamente. Contudo, também leve sacolinhas, jornal ou tapetes higiênicos, para casos de emergência.

Não esqueça a comida: lembre-se da ração, bem como do potinho para o alimento e outro para a água.

Brinquedos: durante as primeiras horas de expediente, é possível seu cão ser a atração da empresa e todos quererem brincar com ele e fazer carinho. Depois de algum tempo, os funcionários terão de retornar às suas atividades. Por isso, tenha alguns brinquedinhos com os quais ele está acostumado a se entreter, como ossos e bolinhas. Evite artefatos barulhentos.

Cama ou roupas: um cachorro saudável dorme entre 12 e 14 horas por dia, logo é normal ele tirar um cochilo enquanto o tutor trabalha. Garanta o conforto dele, levando sua caminha e objetos como cobertores ou mantas.

Tenha certeza do cão ser sociável: ele precisa ser dócil, amigável e não ter comportamentos agressivos.

Avise seus colegas de trabalho com antecedência: cheque com quem se senta próximo, se a pessoa não tem alergia ou medo, por exemplo. Aproveite para fazer possíveis recomendações, como não oferecer alimentos, sem antes falar com você.

Conheça as áreas permitidas dentro da companhia: veja por onde será possível circular. Normalmente, locais como cozinhas, refeitórios ou banheiros, por questões de higiene, não são liberados.

A publicitária, Elis Pedroso, atua desde 2015 com esse benefício. “Sou ativista na causa animal e aproveitei o bem-estar promovido por eles, em nossa saúde mental, para incentivar essa oportunidade”, explica. Ela afirma promover a terapia do amor na produtora onde atua. “Todo o cão ou gato resgatado por mim, passa um dia no meu emprego. Os outros funcionários, inclusive o meu chefe, adoram isso. Todos ficam mais relaxados. Bom para os animais e para as pessoas”, conta.

No Rio de Janeiro, os sócios Roberto Galisai e Eugenio De Marco aderiram a moda e abriram a gelateria “Le Botteghe Di Leonardo”. Por lá, qualquer um pode tomar um sorvete e compartilhar a sobremesa com seu amigo de patas. Afinal, além dos clássicos gelatos para humanos, há também a linha de picolés Peppino, própria para os animais e a qual mescla mel, frutas e legumes.

E você, é a favor ou contra essa tendência?

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