Cores. Saber diferenciá-las parece uma tarefa simples. Existem as primárias (amarelo, azul e vermelho), secundárias (verde, laranja e roxo) e terciárias (variação de tons resultante da mistura das primárias com as secundárias). No entanto, aproximadamente 4% da população mundial não consegue reconhecê-las de maneira correta. Trata-se dos portadores de daltonismo.

Geralmente, o daltônico desconhece possuir o distúrbio, por não saber que sua percepção de uma determinada cor é diferente da dos outros. Em muitos casos, a pessoa só detecta o problema na fase adulta, como ocorreu com Alberto Cavalheiro, gerente de negócios do Nube. “Descobri, aos 21 anos, quando fui renovar minha carteira de habilitação”, conta ele.

No entanto, não é de todo um mal apresentar essa irregularidade. “Eu utilizo a meu favor. Por exemplo, quando tenho dúvida na identificação de uma cor, pergunto para meus colegas de trabalho e isso acaba se tornando até uma forma de socialização”, afirma Cavalheiro, bem humorado.

Dados científicos também comprovam as ‘vantagens’ dessa irregularidade. Durante a 2ª Guerra Mundial, descobriu-se que os soldados daltônicos tinham mais facilidade para detectar camuflagens ocultas na mata. Eles possuem, ainda, uma visão noturna superior a de alguém com visão normal.

Os pais devem ficar atentos aos filhos com costume de apresentar problemas em desenhos e mapas, pois é grande a chance dele ser portador do distúrbio. “Na escola, pintei a bandeira do Brasil de marrom, roxo e amarelo. Todo mundo pensou que eu não sabia diferenciar as cores”, recorda Cavalheiro.

Foi no computador onde o gerente encontrou maior dificuldade, porque em algumas páginas da Internet, não havia legibilidade, dependendo da combinação de cores utilizadas. Mas, ele finaliza com uma dica: “É preciso levar com bom humor. Afinal, quando criaram a cor vinho, ninguém me disse se era branco, tinto ou rosé”, brinca.

Confira algumas curiosidades:
● Algumas formas de daltonismo podem, na verdade, proporcionar uma visão mais aprimorada de determinadas cores;
● A percepção das cores varia muito de uma pessoa para outra;
● O pintor Vincent Van Gogh sofria de daltonismo;
● A incidência é maior entre os descendentes de europeus;
● Normalmente as cores prediletas de quem tem esta alteração genética são o azul ou roxo, por serem cores vivas;
● Por estar ligada ao cromossomo X, a anomalia costuma surgir mais nos homens. Uma mulher teria de possuir genes anômalos nos dois cromossomos X para sua manifestação;
● A proporção de gêneros dessa disfunção é de 75 homens daltônicos para cada mulher, por isso, durante muito tempo acreditava-se que as mulheres eram imunes;
● Esse distúrbio não é transmissível.

Com essas informações, fique atento e evite qualquer forma de preconceito!

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